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sábado, 26 de junho de 2010

Fúria dos Deuses

No último episódio você embarcou numa vida de aventuras onde Jorge e Flor se tornaram Guerreiros Furiosos, numa batalha onde os lutaram contra. Com todo força de Rá , Jorge ganhou de Apolo deixando a Flor triste e sem deus nenhum.


- Flor, o Apolo não voltou, mas não é o fim do mundo. - Jorge rindo.
- Não foi engraçado, você ganhou de mim, eu perdi meu deus na primeira batalha e ele me deixo chorando. - Flor muito triste.
- Flor, preste atenção, você tem pela frente, se alguém te desafiar, entre de sola e acabe com ele. - Athena.
- Filha, tem se salvar. Lute contra sua alma. Apolo é muito arrogante e fraco, o golpe principal dele é deixar os outros chorando. - Sílvia.


Nesse momento um menino de mais ou menos 11 anos encarou Jorge e Sílvia defendeu.


- Ei, garoto, se mete na sua vida. - Sílvia valente.
- Cuida da sua vida, coroa! - O menino.
- Coroa é a senhora sua mãe. - Jorge abaixo muito o nível da conversa.
- Não se mete, Jorge. - Sílvia.
- Mãe, a história é entre mim e esse filhote de cruz credo. - Jorge.
- Eu bato em você e sem me sangrar nem doer minha mão. - o menino estava, implicitamente, chamando para a briga -Vamos numa batalha 2 contra 1.
- Se você se garante...
- FÚRIA DOS DEUSES. - os três falaram e não deixaram pistas para onde foram, só sabem que foram lutar.


Chegando lá, Jorge, Sílvia e o garoto se enfrentaram no olhar para intimidar o inimigo.


- Olá, Rá, que bom te ver! - Jorge.
- Athena, você sabe tudo que é para fazer.
- Olha pessoal, meu querido Anúbis está pronto. - o menino com uma voz simpática e irônica.
- Tá bom. Vamos começar. - Jorge.


O clarão, o mesmo que aconteceu quando Jorge e Flor começaram a lutar, apareceu transportando eles para um mundo estranho, uma possível aposta de uma pirâmide.


- Onde vocês estão? Crianças não podem ficar soltas à noite! - Anúbis falava baixo.


- Apareça, Anúbis, apareça! - Athena gritava.


- Mãe, devemos andar juntos. - Rá. - Uau! Que é isso na parede? - Jorge, mesmo, estava assustado. - Prece escrituras antigas.
- E é. - Anúbis falou no ouvido de Rá.
- Onde você está? Apareça.
- Estou aqui. Aqui. Ali.
- Hã?
- GOLPE NOTURNO.
- Ai. - Rá cai no chão sendo muito mais atacado.


- Rá. - nesse momento as paredes começaram a se fechar - Caraca! Em que droga eu me meti? Ele controla isso tudo. Pensa, pensa!


- Para, Anúbis.
- Só paro quando eu quiser.
- CANHÃO SOLAR.
- Não!
- SOPRO DE LUZ.
- Para.
- CONDIÇÃO ILUMINADA.


Enquanto isso, Athena, ou seja, Sílvia, tentava se salvar.


- Se eu tacar esse escudo ou esse bastão naquela divisão entre uma pedra e outra eu consigo passar sem morrer.


- GARRAS DA MORTE. - com esse poder, Anúbis colocou as mãos dentro do corpo de Rá.


Rá sentia muito dor, Athena passara das paredes sem nenhum arranhão e Anúbis está arrancando a alma do Rá.

- CÁPSULA MÁGICA! - Athena lançavava um poder forte demais sobre Anúbis.
- Valeu mãe! - Rá agradecia Athena.
- Não acredito que você passou das paredes.
- Golpe de mestre, Anúbis.
- CANHÃO SOLAR DUPLO. -gritou com gás Rá.

Anúbis bufava. Estava quase sem estratégia de poderes.

- Rá, isso é para você. - Athena entregou uma rosa para o Rá. - Essa é a "flor da sabedoria", use-a com inteligência e rapidez, além do mais, ela te dá o triplo de poder.

Rá fez um círculo com a flor envolta de si.

- NUVENS DE RAIOS.
- Aaaahhhhhh!!!!!!! - Anúbis estava estirado no chão.
- Qual seu último latido. - Rá. - É contigo, Athena.
- BASTÃO DA LUTA. - nesse momento uma luz apareceu anunciando fim da batalha.

- Qual é o seu nome? - Jorge disse.
- Roberto. E o seu é Jorge. E o dela é Sílvia. Da sua irmã é Flor.
- Como você sabe?
- É segredo!

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