No último episódio, Ares é enviado e faz uma proposta irrecusável para Roger. Roger trama enquanto Ares ataca Flor, Jorge, Thiago e Thaís. Thiago e Thaís são presos. Agora os dois estão nas mãos de Raíssa.
- Fiz um bom trabalho. - disse a jovem.
- Não conte histórias. Você teve ajuda do atrapalhado Odin. - disse Vlad.
- Eu sou a deusa da guerra sem perdão e posso te esganar sem virar o deus miserável. - disse ela.
- Está na hora de revelar seu nome. - disse Raíssa.
- Meu nome? Lorena. - disse ela.
- Agora é o fim. - disse Raíssa.
- O que você pretende? - perguntou Vlad.
- Isso.
Raíssa se transformou em um dragão de nove cabeças.
- Eu não sabia que você se transformava em monstro. - disse Vlad com medo.
- É uma guerra, Vlad. - disse o dragão.
- M-mas o que você quer? - perguntou Lorena com mais medo.
- É o momento de concretizar o fim das forças dos maiores deuses do Egito.
- Ufa, eu pensei que...
Lorena preferiu não terminar a frase.
Thiago e Thaís ficavam usando magia na porta.
"Fogo", pensou Thaís.
Uma bola de fogo se formou na mão dela. "Vai", pensou de novo.
A bola começou a modelar um dragão que aumentou e atacou a porta.
- Pare com isso. - disse Thiago - Nada de fogo.
- O que você quer? Corda? - zombou Thaís - Nunca me imaginei presa numa cadeia num lugar que não tem jurisdição.
- Chega! - disse ele - Até que a parada da corda é boa. Lembra do feitiço que você usou para pegar da caneta do cara que tava na sua frente no concurso.
- Você não esquece!
"Levitar para lá e para cá", pensou ela. A porta começou a se amaçar. "Contrair". A porta se amaçava mais.
- Acho que já dá. - disse ela - Eu não passei nessa prova.
- Mais foi útil! - disse ele.
Thiago e Thaís conseguiram sair antes que a porta voltasse ao lugar.
Um tremor se instalou por todo o lugar.
- O que fazemos agora? - perguntou Thaís aflita.
- Dragão de fogo! - disse Thiago.
- Exército de múmias! - disse Thaís.
- Nenhum dos dois! - disseram juntos.
Eles continuaram a correr e sentiam os tremores de aproximarem.
"Jorge, pelo seu amor a Rá, venha até a mim, venha com a sua irmã", pensou Thiago.
- Estou indo. - disse Jorge.
Thiago segurou a mão de Thaís e começou a correr novamente.
- O que vai acontecer? - perguntou Thaís.
- Entrada triunfal de Jorge e Flor.
- Como?
- Telepatia.
Uma rajada de fogo acompanhada de um urro se alastrou pelo corredor.
- Acho que descobriram. - disse Thiago.
- Tá com certeza na hora do exército de múmias.
- Eu não consigo sem ser Osíris.
- Impossível! - disse Thaís.
O fogo foi se alastrando.
- Precisamos sair daqui. Não dá mais para esperar o Jorge. - disse Thaís criando uma parede mágica - Isso vai segurar o incêndio.
Os dois conseguiram ver Vlad e uma jovem assustados em uma parte.
- É por aqui. - disse Thiago - Aquele é o teletransporte. É a nossa saída.
Thaís assentiu, mas neste instante a parede se quebrou um um dragão de nove cabeças apareceu no final corredor com as bocas em chamas.
- Não sei você, mas tá na hora de transformar. - disse Thaís - FÚRIA DOS DEUSES.
- NÃO! - gritou Vlad.
Lá embaixo, Ares lutava contra Rari e Thor encarava Maritimar.
- Olhe aquilo.
Thiago e Thaís não tiveram tempo de olhar a entrada triunfal de Jorge e Flor.
- Mãos da Morte. - as mãos agarram o pé do monstro, mas não foi útil.
Osíris e Ísis tiveram que tomar um tempo. O monstro não perdeu tempo com as mãos lançou uma rajada de fogo nelas.
- Plano B! disse Osíris.
- Não tem plano B. - disse Ísis - Videiras Vivas.
Ramos de videiras enrolaram-se nos pés do monstro.
- Quem disse que tínhamos plano B? - zombou Osíris.
As videiras foram se enrolando no pé depois no resto do corpo.
- Eu acabo com vocês.
- Não sabia que falava nossa língua. - disse Osíris.
O monstro se transformou em Dionísio, deus grego do vinho.
- Vamos o que lhes acontece. - disse ele.
- Raíssa? - nenhum dos dois conheciam-na, mas sabiam que eram ela.
As videiras foram se desenrolando do corpo dele e voltando-se contra Ísis.
- Não! - gritou ela.
- Você vai ficar bêbado! - disse Dionísio para Osíris.
Osíris ficou insano em correu para cima de Dionísio com os braços abertos.
- Meu amigão. - disse ele.
- Saia, cachaceiro. - gritou ele.
- O feitiço se volta contra a feiticeira. - disse Ísis.
Maritimar lançou uma tsunami em cima de Thor que eletrocutou as ondas e reverteu com ele. Ele ficou caído e Thor resolveu dar o ultimato.
- EVOLUIR. - disse ele.
Trevans comandou um raio reluzente que transformou-o em Vlad.
- Vou ajudá-los. - avisou.
Rari voou e derrubou Ares com tanta velocidade.
- Solaris.
Um explosão chamou atenção de todos. Dionísio caiu, Ísis se livrou das videiras, mas caiu também, Osíris ficou bambo e se segurou nas parede mesmo estando bêbado, ou maluco, Vlad ficou no chão inconsciente e Trevans fora arremessado.
Ares começou a brilhar.
- Ela está voltando para Terra. - disse Rari.
Ele estava também mais brilhante.
- Jorge! - Trevans gritou.
"Fusão", pensou ele sem querer.
Rari virou Jorge, porém Jorge criou asas vermelhas e lindas. Pareciam um deus e corpo humano. Segurava um cajado fino e na ponta um círculo grande e vermelho. O cabelo cresceu e um capacete de ferro cobriu seus olhos e usava uma tanga longa vermelha.
- Uau! - disse ele - Me sinto muito mais forte.
- Venha logo! - gritou Ísis.
Jorge voou para cima de Raíssa, ou Dionísio.
- É assim que você quer? - perguntou ela.
Ela foi se transformando novamente em Hidra, o dragão de nove cabeças.
- Então vamos. - disse ele.
Hidra soltou um grande bola de fogo e Jorge lançou discos de fogo. Hidra urrou.
- Precisamos ajudá-los. - disse Ísis.
- Como? - perguntou Thiago que recobrou a consciência.
- Talvez vocês possam evoluir. - disse Trevans.
- Não temos os morfadores. - disseram os dois.
Trevans se se tornou Flor.
- Quem vai usar?
- Me dê! - disse Ísis.
- Dá pra ela?
Osíris assentiu. Ísis pegou o morfador e Flor se escondeu.
- EVOLUIR. - disse Ísis.
Ísis parecia uma anja. Suas asas eram coloridas, tinha um vestido branco, mas também era envolvida por um tecido dourado. Usava uma coroa dourada e pulseiras com Ankh's e Tyet que brilhavam.
- Uau! - disse Jorge.
- Não pode ser. - urrou Hidra.
- Meu nome é Magile e vim em missão de paz.
Hidra lançou chamas.
- Mas se você não quiser... - disse Magile.
Magile lançou um raio que atingiu Hidra com força. Hidra atacou cercando com as várias cabeças. Osíris criou uma mão da morte e agarrou a cabeça da Hidra enquanto ela tentava cercar a irmã.
- Não vai ser tão fácil! - disse ele.
- Concordo. - disse Jorge.
Penas incendiadas cortaram o corpo de Hidra.
Hidra sacudia a cabeça e conseguiu soltar-se da mão. Ele retribuiu o ataque com fogo.
- Eu sou um fantasma também. - disse Osíris.
- Tá na hora de se render, Raíssa. - disse Magile.
Uma bolha rosa envolveu a Hidra e enviou raios para a parte de dentro. Hidra ficou agoniada.
- Astro Rei. - gritou Jorge.
A bolha rosa explodiu em chamas.
Magile conseguiu se teletransportar para perto do teletransporte.
Hidra ficou perdida.
- Saia daí. - gritou Raíssa em forma de Raíssa.
- Melhor você sair. - disse Jorge criando uma corrente ardente em volta dela.
Osíris, Flor, Jorge e Magile entraram no teletransporte.
- Faça algo, estafermo! - gritou Raíssa.
Vlad controlou a água que estava acumulada por ali e e atirou neles.
- Isso não adianta. - disse Jorge perdendo as asas. Ele desmaiou e Magile o segurou.
O teletransporte funcionou.
- Você voltaram! - disse Roger surpreso.
Flor estendeu a mão para a estátua de Odin.
- Acabou.
A estátua caiu.
- Não! Vamos voltar ao Mundo Inferior. - disse ele.
- Que seja. - disse ela.
- Chega! - gritou - Eu digo uma coisa para vocês. Deviam ter morrido na boca da Hidra.
- Você estava lá e nem nos ajudou. - disse ela inconformada.
Jorge foi acordando lentamente.
- Eu escutei tudo. - disse Jorge - Se eu não estivesse fraco eu faria o astro rei acabar com você.
- Cale-se, minideus. - disse Roger - Rainha, você está banindo Odin de Asgard?
- Sim. Se a carapuça serve. - disse ela.
- Odin guardava a essência de Asgard e, se você destrói sua estátua, Asgard ficará abalada.
Roger sumiu.
- O que ele quis dizer? - perguntou Jorge.
- Seja o que for, isso não é coisa boa. - disse ela.
pequisa histórias & desenhos
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
As novas estrelas do céu
O Natal é uma data perfeita, todas as pessoas ganham presente de Papai Noel, confraternizam em família, viajam.A arrumação do Natal também é perfeita o pinheiro não pode faltar (seja ele grande ou pequeno), piscas-piscas brilha no quintal, na varanda ou dentro de casa, a meia na janela. As estrelas brilham no céu como nunca brilharam antes, é a recepção do Papai Noel, do menino Jesus que nasce outra vez. Já é Natal e o ano passou como um mosquito que passa na frente dos nossos olhos. Não é só Natal, sete dias depois novas estrelas brilham no céu , azul, vermelha, branca e várias outras cores emolduram o nosso céu em qualquer lugar do planeta. É hora de agradecer o ano que passou seja ele bonito ou triste. Adeus Ano Velho! Feliz Ano Novo! E que mais anos se passem com os leitores que venero estejam aqui várias vezes.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Fúria dos Deuses - Guerreiros Furiosos
No último episódio, Roger, Flor e Jorge estão espalhados por todo território egípcio. Uma surpresa muito legal encontra Jorge, Thiago e Thaís estão de volta a Caspian. Mas também sempre vem um surpresa ruim, o deus egípcio Sobek, um meio crocodilo meio homem, atacou Jorge com o intuito de roubar o trono do rei. Jorge sai destruído. Thiago entra em ação e foi esplendido até também sair destruído, Flor e Tha´si entram em ação e destroem Sobek juntas, a prova do trabalho em equipe. No momento Raíssa e Vlad enviaram uma terceira surpresa.
Roger fazia luzes com a mão enquanto entendia as histórias do passado. Thiago e Thaís apareceram do nada e enfrentaram sua primeira tsunami, tudo liderado por Vlad, quando eram pequenos. Lutaram ao lado de Sílvia, Jorge e Flor por várias semanas e visitaram o inferno grego. Incrível, mas Jorge visitou o Mundo Inferior várias vezes.
- Quer dizer que temos dois Guerreiros Furiosos muito poderosos, Osíris, deus dos mortos, e Ísis, a magia em pessoa. - disse Roger.
- Tá na hora de nós sermos reconhecidos por isso. - disse Thaís - Já estava cansada de ficar fazendo magia escondida no planeta Terra.
- Você fazia magia? - Roger ficou furioso - Você sabia o poderia ter acontecido?
- Explodido ou matado muitas pessoas. - disse Thiago - Eu sou o deus dos mortos. Talvez eu poderia acobertar as loucuras adolescentes da minha irmã.
Thiago fez uma cara de não ter gostado do senhor Roger. Roger fez a mesma cara. Thaís percebeu que o irmão oscilava o olhar entre ela e o senhor.
- Só que nem tudo aqui tem reparo. - disse Roger.
- Também concordo. - disse Jorge.
- Acho que seus amigos podiam amadurecer mais um pouco.
- Acho que eles estão já estão perfeitos, venceram Sobek com um pouco de tranquilidade. Thiago usou várias armas na batalha e quase conseguiu reduzir Sobek a pó. Flor e Thaís salvaram a pátria. Salvaram não só a mim, mas salvaram a pátria.
- Nossa! Será que eles são os reis de Caspian ou merecem medalhas? - disse Roger irônico.
Depois de alguns minutos de silêncio.
- Thaís, você pode usar a sua mágica para nos teletransportar daqui? - perguntou Jorge.
- A varinha já está em mãos.
Thaís murmurou alguma coisa e hieróglifos brotaram em volta de Thiago, dela, Flor e Jorge. Os quatro sumiram em poeira dourada.
Roger agora estava sozinho.
- FÚRIA DOS DEUSES. - gritou ele.
Roger agora era Odin.
- Não acredito que aqueles dois podem interferir na magia de Caspian expandindo-a. O planeta exterior no pode descobrir da existência da magia. Eles precisam ser presos. - disse Odin - E eu vou fazer.
Ele começou a sumir.
- Minha senhora! - disse a jovem.
- Fale, Ares. - disse Raíssa.
- Por favor, não me chame de Ares. Falando assim eu pareço um homem. - disse a jovem - Vamos ao que interessa. Thiago e Thaís podem destruir metade do planeta Terra usando a magia deles. Roger quer que eles sejam aprisionados.
- Se Odin quer isso temos uma grande aliança pela frente. - riu Raíssa.
A jovem apareceu de repente na frente de Odin e reaparecia de repente também.
- Quem é você? - perguntou Odin.
- Sou "o" deus da guerra! - bufou ela.
- Ares? - perguntou ele.
- FÚRIA DOS DEUSES! - gritou ela - Satisfeito agora. Não sei como a rainha se contenta em ser Thor. Vamos ao que interessa, Odin.
- E o que interessa?
- Odin, sirvo a soberana Raíssa...
- Esqueça. - interrompeu - E como você me puxou?
- Eu te segui! Sabia que havia se transportado para algum lugar, mas consegui parar a transição. Vamos logo, eu sei que você está interessado.
Ares contou tudo que ele sabia e Odin se espantou.
- Então temos um intuito, destruir Thiago e Thaís, mas para isso você precisa ser agente duplo, ajudar e destruir.
- Eu estou dentro.
- Mas qualquer vacilo, Odin não existirá.
Odin engoliu em seco e se teletransportou novamente.
- Você está sendo perseguido! - disse Ares.
Ares se teletransportou.
- Reis! - disse Ares - Conheçam a sua desgraça.
- Quem é você? - perguntou Flor.
- É Ares! - disse Thiago.
- FÚRIA DOS DEUSES.
Thiago se transformou em Osíris, Jorge em Rá, Flor em Thor e Thaís em Ísis.
- Vamos lá, Ares. - disse Rá.
Ares criou uma espada gigantesca, mas caía perfeitamente na mão dele e não parecia sentir o peso de que segurava.
A lâmina cortou o vento, mas deu para para sentir que a morte estava próxima.
Ares fez uma sequência que poderia ter cortado as deuses em fatias.
Thor lançou vários raios que pareceram não atingi-lo. Rá deu uma das suas melhores explosões solares, mas a lâmina a desfez. Osíris ousou. Ele criou uma lança e combateu lâmina com lâmina. Ares arrancou a lâmina das mãos de Osíris.
- Mãos da Morte. - disse Osíris.
As mãos prenderam os braços de Ares e arrancou-lha a espada gigante.
- Pegue-a! - gritou Osíris.
Odin surgiu do chão e pegou a espada.
- Deixa esse comigo! - disse ele.
A mão foram desfeitas e Odin arriscou o primeiro corte. A espada pareceu pesar na mão dele.
- Melhor lutarmos com armas diferentes.
- Melhor você não morrer. - disse Ísis levitando-o e tirando-o do campo de batalha - Seres da Terra.
Ísis se multiplicou novamente e atacou. Ares ficou perdido, mas conseguiu esmagar um ser. Ísis voltou a ser Ísis.
- Ai! - disse ela caindo.
- Ísis! - gritou Osíris.
- Não se aproxime, deus da morte. - disse ele.
Osíris criou múmias lutadoras. Ares torceu o pescoço de duas. Ísis recuperou a espada e transformou em uma adaga. Ela a lançou. Ares pegou as múmias que sobraram e desviaram a adaga e lançou e Osíris. Ele caiu.
- Fracos. - disse ele.
Ares pegou Osíris e Ísis pelo pescoço.
- Vocês estão presos.
- Solte-os. - disse Thor lançando um raio.
Quando a poeira abaixou, Ares, Thiago e Thaís haviam sumido.
- Você prendeu eles. - disse Flor.
- Eu? Eu tentei ajudar, Flor. Eles não cooperaram. - disse Roger.
- Eles estão presos. - disse Flor.
- A culpa não é minha. Se deusa da magia não tivesse me levitado eu teria destruído Ares. - gritou Roger.
- Cale-se! Ou eu destruo a sua estátua.
Flor correu por Asgard.
Roger fazia luzes com a mão enquanto entendia as histórias do passado. Thiago e Thaís apareceram do nada e enfrentaram sua primeira tsunami, tudo liderado por Vlad, quando eram pequenos. Lutaram ao lado de Sílvia, Jorge e Flor por várias semanas e visitaram o inferno grego. Incrível, mas Jorge visitou o Mundo Inferior várias vezes.
- Quer dizer que temos dois Guerreiros Furiosos muito poderosos, Osíris, deus dos mortos, e Ísis, a magia em pessoa. - disse Roger.
- Tá na hora de nós sermos reconhecidos por isso. - disse Thaís - Já estava cansada de ficar fazendo magia escondida no planeta Terra.
- Você fazia magia? - Roger ficou furioso - Você sabia o poderia ter acontecido?
- Explodido ou matado muitas pessoas. - disse Thiago - Eu sou o deus dos mortos. Talvez eu poderia acobertar as loucuras adolescentes da minha irmã.
Thiago fez uma cara de não ter gostado do senhor Roger. Roger fez a mesma cara. Thaís percebeu que o irmão oscilava o olhar entre ela e o senhor.
- Só que nem tudo aqui tem reparo. - disse Roger.
- Também concordo. - disse Jorge.
- Acho que seus amigos podiam amadurecer mais um pouco.
- Acho que eles estão já estão perfeitos, venceram Sobek com um pouco de tranquilidade. Thiago usou várias armas na batalha e quase conseguiu reduzir Sobek a pó. Flor e Thaís salvaram a pátria. Salvaram não só a mim, mas salvaram a pátria.
- Nossa! Será que eles são os reis de Caspian ou merecem medalhas? - disse Roger irônico.
Depois de alguns minutos de silêncio.
- Thaís, você pode usar a sua mágica para nos teletransportar daqui? - perguntou Jorge.
- A varinha já está em mãos.
Thaís murmurou alguma coisa e hieróglifos brotaram em volta de Thiago, dela, Flor e Jorge. Os quatro sumiram em poeira dourada.
Roger agora estava sozinho.
- FÚRIA DOS DEUSES. - gritou ele.
Roger agora era Odin.
- Não acredito que aqueles dois podem interferir na magia de Caspian expandindo-a. O planeta exterior no pode descobrir da existência da magia. Eles precisam ser presos. - disse Odin - E eu vou fazer.
Ele começou a sumir.
- Minha senhora! - disse a jovem.
- Fale, Ares. - disse Raíssa.
- Por favor, não me chame de Ares. Falando assim eu pareço um homem. - disse a jovem - Vamos ao que interessa. Thiago e Thaís podem destruir metade do planeta Terra usando a magia deles. Roger quer que eles sejam aprisionados.
- Se Odin quer isso temos uma grande aliança pela frente. - riu Raíssa.
A jovem apareceu de repente na frente de Odin e reaparecia de repente também.
- Quem é você? - perguntou Odin.
- Sou "o" deus da guerra! - bufou ela.
- Ares? - perguntou ele.
- FÚRIA DOS DEUSES! - gritou ela - Satisfeito agora. Não sei como a rainha se contenta em ser Thor. Vamos ao que interessa, Odin.
- E o que interessa?
- Odin, sirvo a soberana Raíssa...
- Esqueça. - interrompeu - E como você me puxou?
- Eu te segui! Sabia que havia se transportado para algum lugar, mas consegui parar a transição. Vamos logo, eu sei que você está interessado.
Ares contou tudo que ele sabia e Odin se espantou.
- Então temos um intuito, destruir Thiago e Thaís, mas para isso você precisa ser agente duplo, ajudar e destruir.
- Eu estou dentro.
- Mas qualquer vacilo, Odin não existirá.
Odin engoliu em seco e se teletransportou novamente.
- Você está sendo perseguido! - disse Ares.
Ares se teletransportou.
- Reis! - disse Ares - Conheçam a sua desgraça.
- Quem é você? - perguntou Flor.
- É Ares! - disse Thiago.
- FÚRIA DOS DEUSES.
Thiago se transformou em Osíris, Jorge em Rá, Flor em Thor e Thaís em Ísis.
- Vamos lá, Ares. - disse Rá.
Ares criou uma espada gigantesca, mas caía perfeitamente na mão dele e não parecia sentir o peso de que segurava.
A lâmina cortou o vento, mas deu para para sentir que a morte estava próxima.
Ares fez uma sequência que poderia ter cortado as deuses em fatias.
Thor lançou vários raios que pareceram não atingi-lo. Rá deu uma das suas melhores explosões solares, mas a lâmina a desfez. Osíris ousou. Ele criou uma lança e combateu lâmina com lâmina. Ares arrancou a lâmina das mãos de Osíris.
- Mãos da Morte. - disse Osíris.
As mãos prenderam os braços de Ares e arrancou-lha a espada gigante.
- Pegue-a! - gritou Osíris.
Odin surgiu do chão e pegou a espada.
- Deixa esse comigo! - disse ele.
A mão foram desfeitas e Odin arriscou o primeiro corte. A espada pareceu pesar na mão dele.
- Melhor lutarmos com armas diferentes.
- Melhor você não morrer. - disse Ísis levitando-o e tirando-o do campo de batalha - Seres da Terra.
Ísis se multiplicou novamente e atacou. Ares ficou perdido, mas conseguiu esmagar um ser. Ísis voltou a ser Ísis.
- Ai! - disse ela caindo.
- Ísis! - gritou Osíris.
- Não se aproxime, deus da morte. - disse ele.
Osíris criou múmias lutadoras. Ares torceu o pescoço de duas. Ísis recuperou a espada e transformou em uma adaga. Ela a lançou. Ares pegou as múmias que sobraram e desviaram a adaga e lançou e Osíris. Ele caiu.
- Fracos. - disse ele.
Ares pegou Osíris e Ísis pelo pescoço.
- Vocês estão presos.
- Solte-os. - disse Thor lançando um raio.
Quando a poeira abaixou, Ares, Thiago e Thaís haviam sumido.
- Você prendeu eles. - disse Flor.
- Eu? Eu tentei ajudar, Flor. Eles não cooperaram. - disse Roger.
- Eles estão presos. - disse Flor.
- A culpa não é minha. Se deusa da magia não tivesse me levitado eu teria destruído Ares. - gritou Roger.
- Cale-se! Ou eu destruo a sua estátua.
Flor correu por Asgard.
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Amanhã, Quando a guerra começou
"Amanhã, Quando a guerra começou", de John Marsden, conta a história de Ellie, Corrie, Lee, Kevin, Fi, Robyn e Homer resolvem fazer um acampamento no meio da mata e descem até o lindo e tranquilo lugar chamado Inferno. Quando os sete amigos voltaram a cidade estava deserta, os cachorrinhos de Ellie haviam morrido e muitos animais tiveram de ser sacrificados. Aviões de guerra perseguiam os Australianos em plena cidade de Wirrawee. Ellie e seus amigos vão lutar até a última gota de sangue para resistir bravamente contra um inimigo desconhecido. Que país colonizaria a Austrália? Com a narração de Ellie a história pode ficar mais interessante.
"Amanhã, quando a guerra começou", da série "Amanhã"
"Amanhã, quando a guerra começou", da série "Amanhã"
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
SOBRE AREIA 1+2 - 8º EPISÓDIO
Divididos em quatro grupos, os participantes já perderam um participante poderoso, quer dizer, poderosa, Dani.
Tantas coisas se foram neste Sobre Areia 1+2 e 7 participantes e com eles memórias. Lágrimas e suor. Sorrisos e glorificação. - Alexandre.
Ricardo, James, Rahel, Gabriela, Regina, Nara e Dani já estão longe daqui e só voltarão no final. 1+2 se torna 22-7 que todos já sabem o que significa. - Francisco.
Afinal, 15 participantes estão aqui.
Mas mesmo separados e 4 grupos de quatro exceto por um que é de três.
Do lado 1, Maxi, Mariana, Daniel e Fernanda estão bons e na frente no jogo.
Em desvantagem, Grupo nº 2 com três jogadores, Leonardo, Jonathas e Lívia vivem um pouco felizes.
No Grupo 3, 4 participantes firmes e fortes, Marcia, João, Maura e Tom estavam na berlinda, mas se recuperaram rápido.
E por último, o Grupo 4, de onde surgiu o faraó Allan, por votação, e o resto do grupo é formado por Amanda, Rafaela e Kel.
Infelizmente, o fogo não queima mais aqui, Marcia e Leonardo, além do resto do Sobre Areia 1+2, adoraram a eliminação da tirana Dani.
- Tim-Tim. - brindou Marcia com água.
- Tim-Tim. - gritaram.
- A guerra acabou! - Marcia falou.
- Chegamos ao fim e agora fazer uma nova estratégia que funcione. - Maura disse.
- Não só uma estratégia que funcione, um objetivo. - João.
- Mas já uma vitória ganha! - disse Leonardo.
- Mesmo com menos um devemos saber que somos alvos fáceis no jogo. Devemos jogar mais limpos que um santo. - Jonathas.
- Jogaremos limpos como santo, sim. Aliás, não fomos escolhidos. - Lívia se animou.
- Felicidades! - disseram.
Tá na hora deles conhecerem o ponto "Ponto de Ebulição". Ponto de Ebulição, além de ser o nome da prova, é também o nome de um lugar no deserto, melhor, um ponto no deserto onde o calor é intenso ao estremo.
Regras: Em um determinado círculo chaves e caixas estão enterrados no Ponto de Ebulição. Há 3 chaves com o símbolos do seu grupo. Ao encontrar a chave encontre a caixa onde se encontra a chave e a bandeira, o participante deverá colocar a bandeira no muro. Com a chave você abre a porta do porão. Lá embaixo há alguns bichos e uma chave, uma bandeira e uma saída. Coloquem a bandeira no muro. Agora um participante escala a parede de escalada pegue a bandeira, desça a parede e coloque-a no muro e dispare o alarme.
Como na última, o melhor escolhe o faraó, a segunda equipe fica livre e as duas últimas escolhem as duas múmias.
Vamos pedir para escolher tirar um participante menos os Víbora.
- Fernanda! - disseram dos Escorpiões.
- Maura. - Cactos.
- Kel. - Camelos.
Ordem?
- Maxi, Daniel e Mariana.
- Lívia, Leonardo e Jonathas.
- Tom, Marcia e João.
- Amanda, Allan e Rafaela.
Va-len-do!
Todos suados se jogam no chão e tentam achar suas chaves e caixas. Maxi cava com os pés e co as mãos, achou uma chave, mas não é do seu grupo.
Tom vê Maxi tapando a chave de novo e cava até encontrar sua chave. Agora tenta achar a caixa em outro lugar.
Lívia encontra a chave a chave e Amanda também.
Tom encontra a caixa a caixa e abre-a encontrando a bandeira e liberando Marcia para a prova.
Marcia desce o porão rápida.
Lívia encontra a caixa junto a Maxi que encontra a chave.
Leonardo desce o porão escuro e úmido com pouco de medo de encontrar uma cobra, rato ou jacaré.
Jacaré? - Alexandre e Francisco.
Mineiro... Eles pode morrer! - disse Francisco.
Morrer?! Eles estão bem alimentados!
Outro estagiário? - Alexandre.
Não, carne mesmo.
Allan e Daniel entram no porão.
Marcia e Leonardo se encontram no labirinto.
- Aquela bandeira é sua. - Leonardo diz.
- Eu sei. - gagueja Marcia.
- Então pega!
- Ai, Leo! Há tanto tempo que não nos falamos. Um beijo não vai fazer mal. - Marcia pega o braço dele - Me beije agora.
Oh!
Allan passa por eles e encontra a sua bandeira no pé de Marcia que não parava de beijar Leonardo. Daniel que também foi solto se aproxima do trio.
- Com vossa licença... Vocês parem de se beijar, eu quero minha bandeira. - Allan pede.
Marcia levemente levanta o pé e Allan pega a chave e a bandeira e segue em frente.
- Eu... - Marcia beija - tenho... - beija - que pegar... - beija - a bandeira. - beija de novo e se separam.
- Eu te amo! - Leo grita indo ao encontro de outro túnel.
Marcia pega a bandeira e a chave e segue os passos de Allan.
- Te achei! - disse Marcia.
- Ah! - Allan gritou assustado.
Daniel encontra a chave e a bandeira.
- Ah! - Leonardo ao ver uma cobra.
Uma cobra de quase três metros! - Alexandre.
Há piores! - Mineiro e Francisco.
Quem manda viver na cidade? - Alexandre.
Leonardo tenta desviar da cobra.
O suor e o medo se misturam.
Daniel, por intuição, encontra Marcia e Allan.
- Por aqui! - disse ele.
- Por que a certeza? - perguntaram.
- Eu tenho um dom indescritível! - disse Daniel.
- Eu vi a última temporada. Você era o me favorito. Vai logo, queremos ir logo. Quero ver a luz do Sol. - disse Marcia.
Daniel abre a porta em comum primeiro, depois Marcia, por último Allan.
Os três põem as bandeiras e liberaram Mariana, Rafaela e João.
Mariana e Rafaela sobem a larga passagem. João vem atrás encostando nas meninas e chegando a passá-las.
Leonardo acha a bandeira e a chave e segue para qualquer caminho.
Mariana e João vão na frente na muralha. Rafaela fica atrás tentando se reabilitar.
Leonardo sai, gruda a bandeira e Jonathas começa a subir.
João e Mariana pegam as bandeiras e descem o muro. Rafaela também.
João começa a correr para prender a bandeira.
Jonathas sobe rápido e desce rápido.
Rafaela e Mariana estão atrás de João. Jonathas entra na corrida.
O alarme soa para João.
Mariana, Rafaela e Jonathas prendem as bandeiras e Mariana aperta o alarme.
E o faraó é...
João: MARCIA, MAURA, TOM.
Marcia: JOÃO,
Maura:
Tom:
João é o faraó.
- UOU! - João gritou.
Voto:
Jonathas:
Leonardo: LÍVIA,
Lívia: JONATHAS, LEONARDO,
Jonathas e Leonardo podem ficar tranquilos! Lívia fique aí, não é o fim!
Grupo 4:
Allan:
Amanda: KEL,
Kel: ALLAN, AMANDA, RAFAELA.
Rafaela:
João... Você pode dizer isso? - Francisco.
- "Allan e Rafaela no jogo. Amanda respira tranquila." - João lê - Já sei o que devo falar... São pessoas de importância diferentes no jogo. Kel, você é o eliminado.
Kel, não foi dessa vez que você conseguiu. - Francisco.
Isso é triste e deprimente. 3 eliminações? - Alexandre.
Leve-o rápido! O choro dele está me matando!
Tantas coisas se foram neste Sobre Areia 1+2 e 7 participantes e com eles memórias. Lágrimas e suor. Sorrisos e glorificação. - Alexandre.
Ricardo, James, Rahel, Gabriela, Regina, Nara e Dani já estão longe daqui e só voltarão no final. 1+2 se torna 22-7 que todos já sabem o que significa. - Francisco.
Afinal, 15 participantes estão aqui.
Mas mesmo separados e 4 grupos de quatro exceto por um que é de três.
Do lado 1, Maxi, Mariana, Daniel e Fernanda estão bons e na frente no jogo.
Em desvantagem, Grupo nº 2 com três jogadores, Leonardo, Jonathas e Lívia vivem um pouco felizes.
No Grupo 3, 4 participantes firmes e fortes, Marcia, João, Maura e Tom estavam na berlinda, mas se recuperaram rápido.
E por último, o Grupo 4, de onde surgiu o faraó Allan, por votação, e o resto do grupo é formado por Amanda, Rafaela e Kel.
Infelizmente, o fogo não queima mais aqui, Marcia e Leonardo, além do resto do Sobre Areia 1+2, adoraram a eliminação da tirana Dani.
- Tim-Tim. - brindou Marcia com água.
- Tim-Tim. - gritaram.
- A guerra acabou! - Marcia falou.
- Chegamos ao fim e agora fazer uma nova estratégia que funcione. - Maura disse.
- Não só uma estratégia que funcione, um objetivo. - João.
- Mas já uma vitória ganha! - disse Leonardo.
- Mesmo com menos um devemos saber que somos alvos fáceis no jogo. Devemos jogar mais limpos que um santo. - Jonathas.
- Jogaremos limpos como santo, sim. Aliás, não fomos escolhidos. - Lívia se animou.
- Felicidades! - disseram.
Tá na hora deles conhecerem o ponto "Ponto de Ebulição". Ponto de Ebulição, além de ser o nome da prova, é também o nome de um lugar no deserto, melhor, um ponto no deserto onde o calor é intenso ao estremo.
Regras: Em um determinado círculo chaves e caixas estão enterrados no Ponto de Ebulição. Há 3 chaves com o símbolos do seu grupo. Ao encontrar a chave encontre a caixa onde se encontra a chave e a bandeira, o participante deverá colocar a bandeira no muro. Com a chave você abre a porta do porão. Lá embaixo há alguns bichos e uma chave, uma bandeira e uma saída. Coloquem a bandeira no muro. Agora um participante escala a parede de escalada pegue a bandeira, desça a parede e coloque-a no muro e dispare o alarme.
Como na última, o melhor escolhe o faraó, a segunda equipe fica livre e as duas últimas escolhem as duas múmias.
Vamos pedir para escolher tirar um participante menos os Víbora.
- Fernanda! - disseram dos Escorpiões.
- Maura. - Cactos.
- Kel. - Camelos.
Ordem?
- Maxi, Daniel e Mariana.
- Lívia, Leonardo e Jonathas.
- Tom, Marcia e João.
- Amanda, Allan e Rafaela.
Va-len-do!
Todos suados se jogam no chão e tentam achar suas chaves e caixas. Maxi cava com os pés e co as mãos, achou uma chave, mas não é do seu grupo.
Tom vê Maxi tapando a chave de novo e cava até encontrar sua chave. Agora tenta achar a caixa em outro lugar.
Lívia encontra a chave a chave e Amanda também.
Tom encontra a caixa a caixa e abre-a encontrando a bandeira e liberando Marcia para a prova.
Marcia desce o porão rápida.
Lívia encontra a caixa junto a Maxi que encontra a chave.
Leonardo desce o porão escuro e úmido com pouco de medo de encontrar uma cobra, rato ou jacaré.
Jacaré? - Alexandre e Francisco.
Mineiro... Eles pode morrer! - disse Francisco.
Morrer?! Eles estão bem alimentados!
Outro estagiário? - Alexandre.
Não, carne mesmo.
Allan e Daniel entram no porão.
Marcia e Leonardo se encontram no labirinto.
- Aquela bandeira é sua. - Leonardo diz.
- Eu sei. - gagueja Marcia.
- Então pega!
- Ai, Leo! Há tanto tempo que não nos falamos. Um beijo não vai fazer mal. - Marcia pega o braço dele - Me beije agora.
Oh!
Allan passa por eles e encontra a sua bandeira no pé de Marcia que não parava de beijar Leonardo. Daniel que também foi solto se aproxima do trio.
- Com vossa licença... Vocês parem de se beijar, eu quero minha bandeira. - Allan pede.
Marcia levemente levanta o pé e Allan pega a chave e a bandeira e segue em frente.
- Eu... - Marcia beija - tenho... - beija - que pegar... - beija - a bandeira. - beija de novo e se separam.
- Eu te amo! - Leo grita indo ao encontro de outro túnel.
Marcia pega a bandeira e a chave e segue os passos de Allan.
- Te achei! - disse Marcia.
- Ah! - Allan gritou assustado.
Daniel encontra a chave e a bandeira.
- Ah! - Leonardo ao ver uma cobra.
Uma cobra de quase três metros! - Alexandre.
Há piores! - Mineiro e Francisco.
Quem manda viver na cidade? - Alexandre.
Leonardo tenta desviar da cobra.
O suor e o medo se misturam.
Daniel, por intuição, encontra Marcia e Allan.
- Por aqui! - disse ele.
- Por que a certeza? - perguntaram.
- Eu tenho um dom indescritível! - disse Daniel.
- Eu vi a última temporada. Você era o me favorito. Vai logo, queremos ir logo. Quero ver a luz do Sol. - disse Marcia.
Daniel abre a porta em comum primeiro, depois Marcia, por último Allan.
Os três põem as bandeiras e liberaram Mariana, Rafaela e João.
Mariana e Rafaela sobem a larga passagem. João vem atrás encostando nas meninas e chegando a passá-las.
Leonardo acha a bandeira e a chave e segue para qualquer caminho.
Mariana e João vão na frente na muralha. Rafaela fica atrás tentando se reabilitar.
Leonardo sai, gruda a bandeira e Jonathas começa a subir.
João e Mariana pegam as bandeiras e descem o muro. Rafaela também.
João começa a correr para prender a bandeira.
Jonathas sobe rápido e desce rápido.
Rafaela e Mariana estão atrás de João. Jonathas entra na corrida.
O alarme soa para João.
Mariana, Rafaela e Jonathas prendem as bandeiras e Mariana aperta o alarme.
E o faraó é...
João: MARCIA, MAURA, TOM.
Marcia: JOÃO,
Maura:
Tom:
João é o faraó.
- UOU! - João gritou.
Voto:
Jonathas:
Leonardo: LÍVIA,
Lívia: JONATHAS, LEONARDO,
Jonathas e Leonardo podem ficar tranquilos! Lívia fique aí, não é o fim!
Grupo 4:
Allan:
Amanda: KEL,
Kel: ALLAN, AMANDA, RAFAELA.
Rafaela:
João... Você pode dizer isso? - Francisco.
- "Allan e Rafaela no jogo. Amanda respira tranquila." - João lê - Já sei o que devo falar... São pessoas de importância diferentes no jogo. Kel, você é o eliminado.
Kel, não foi dessa vez que você conseguiu. - Francisco.
Isso é triste e deprimente. 3 eliminações? - Alexandre.
Leve-o rápido! O choro dele está me matando!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Fúria dos Deuses - Guerreiros Furiosos
No último episódio, Roger reencontra um inimigo, Allan, ou melhor, Hrymir. Odin e Hrymir batalharam até que Flor e Jorge entraram na batalha a favor de Odin. Depois da batalha, Allan revela o que todos não queriam ter ouvido, ele trabalhava para Raíssa. O final dessa conversa deixou Roger irritado que fez com que ele explodisse a estátua de Hrymir.
Roger andava por Caspian sem rumo. Estava pensativo, perdido na própria mente.
Do outro lado de Asgard, Flor olhava para a estátua quebrada de Hrymir. Talvez nem magia poderosa reconstruísse aquela estátua que estava aos cacos.
Milhões de quilômetros depois de Asgard estava Jorge mentalizando os acontecimentos dos últimos dias. Raíssa com uma roupa preta e branca pronta para de destruí-lo e destruir sua irmã e um cara com estilo Odin de ser; Vlad se bandeou novamente para o grupo o mal; Allan ou Hrymir atacou a ilha flutuante chamada Asgard e, como não bastasse, Roger explodiu a estátua do deus. Coisas estranhas passaram a acontecer depois da morte de Sílvia e ninguém gostara da mudança. Vlad tornou-se o rei do Olimpo de Caspian e muitas outras coisas.
- Ísis e Osíris podiam estar! - disse Jorge vagamente.
- O que você disse? - disse a voz de uma moça.
- Tha-Thaís? - perguntou Jorge espantado.
Thaís estava linda, vestia uma saia curta e uma blusa de manga longa. O cabelo estava trançado com uma flor como elástico. Thiago apareceu atrás de camisa pólo, calça jeans e tênis branco com azul escuro perfeito.
- Esqueceu de mim? - perguntou Thiago.
- Vocês cresceram! - disse Jorge espantado, mas ele também havia crescido.
- Todos os humanos crescem, eu acho que é normal! - disse Thiago.
- Mas você está do meu tamanho.
- Algumas crescem mais que as outras. - disse Thaís.
Jorge corou. Tudo bem, mas não precisava jogar na cara de Jorge que era maior agora, outra coisa apareceu na sua cabeça. Agora ele era alto suficiente para Flor.
- Vou me comunicar com alguém! - disse Jorge.
Alguns minutos depois...
- Oie! - disse Flor.
- Florzinha? - perguntou Thiago.
- Quem seria? - perguntou Thaís.
- Ela voltou chata! - disse Jorge.
Flor riu muito, mas voltou ao normal ao olhar para o Ankh que continuava no peito dele.
- Você ainda é Osíris! - disse ela.
- Eu continuo Ísis. - disse Thaís.
- Cadê tia Sílvia? - perguntou Thiago.
- Por que veio tanto na hora errada? - indagou Jorge.
- Não entendi. - disse Thaís.
- Tia Sílvia faleceu. - disse Flor - Por isso a pergunta é tão imprópria.
Thiago e Thaís se ajoelharam no chão e depois sentaram na areia do Território Egípcio. As lágrimas foram impossíveis de conter. Os irmãos se abraçaram por um longo tempo.
- Mil desculpas! - disse Thiago.
- Não foi por querer.
- Nunca será por querer. - Flor abraçando os dois - Ela se foi naturalmente. Nenhum problema que nós possamos resolver depois do acontecimento. Não foi por mal.
- Nunca se sabe. - disse alguém atrás deles.
- Quem é você? - disse Thaís ao virar o rosto e ver um homem alto e negro.
Ele era forte, tinha cabelo raspado, usava uma bota lustrada com um casaco verde e uma calça camuflada. Sorria muito estranho, tinha um ar cruel.
- Qual é o seu nome? - gritou Jorge.
- Por que não deixamos a conversa de lado, senhor rei, e lutamos pelo poder? - perguntou o homem.
- Por que lutaria contra você? - perguntou Jorge.
- Porque sou digno da batalha. Enquanto há outros que fogem durante anos. - disse ele.
- Isso não um bom argumento se diz que é um Guerreiro Furioso a nossa altura.
- Sou digno de ser rei! E serei um faraó perfeito, caso tenha desisto de lutar comigo e já estou e batalha. FÚRIA DOS DEUSES.
Thiago, Thaís e Flor recuaram deixando Jorge sem escapatória a não ser lutar.
- Então vamos. FÚRIA DOS DEUSES. - gritou Jorge - Vai, Rá!
- Vai, Sobek! - gritou.
- Não! Ele é o terror dos rios! - disse Thiago se espantando - Diz a lenda que o rio é formado pelo suor dele.
- Isso o faz deus dos rios. - disse Flor.
- Pode ser. - Thiago.
Sobek investiu contra Rá que deu uma explosão de brilho que ofuscou todos os olhos. Quando a luz diminuiu, Sobek lançou Rá para longe. Rá se transformou em Rari e voou em alta velocidade cruzando o corpo do cabeça de crocodilo.
Sobek ficou agachado e lançou uma rajada de água sobre a ave.
Rari voltou a ser Jorge.
- Alguma coisa a dizer? - disse Sobek criando uma lança.
Ele posicionou a lança no pescoço de Jorge e riu.
- Sabe o que mais me comove? Você foi um grande rei, um dia a dinastia termina e a Dinastia Caspian acabou e Raíssa reinará.
Ela estendeu a lança pegando impulso, preparando-se para derrotar Jorge.
- Mas todo rei tem seu fiel escudeiro. - disse Thiago tocando no Ankh, secando as lágrimas.
- Osíris! - grunhiu Sobek.
- Mãos da Morte! - gritou Osíris.
Duas mão verdes brotaram do chão tentou puxar Sobek. Sobek tentou se desfazer, mas as mãos eram mais fortes. Puxou ele par baixo e fez com que ele se chocasse contra o chão. O crocodilo gemeu e e tentou se levantar.
- Um rei nunca perde majestade. - disse Osíris.
Jorge se levantou e olhou para Osíris, o deus todo enfaixado e de rosto verde. Ele estava preste a coeçara a batalha.
- Então, tá. Se é assim, assim será! - disse Sobek e atacou, mesmo enfraquecido.
Osíris criou uma foice e atacou. A lança e a foice se encontraram e as faíscas se soltaram. A foice se tornou uma lança.
- Vamos de igual para igual. - disse Osíris.
- Você gosta! - disse Sobek.
Sobek girou a lança acertou Osíris e ele caiu. O crocodilo continuou atacando com Osíris no chão. Osíris rolou diversas vezes até conseguir levantar. Sobek continuou atacando. Osíris tentou diversas vezes desarmar Sobek.
- Gente! Isso não vai terminar bem. - disse Thaís.
- Então vai lá, Ísis! - disse Flor.
Sobek avançou rápido com o intuito de terminar a batalha. Estava com a lança esticada e a mão dele estava muito atrás. Osíris se aproveitou da situação e conseguiu desarmar o Crocodilo.
- Não.
- Sim! - disse Osíris.
Transformou a lança em espada e cortou Sobek, o sangue verde do deus escorreu.
- Você não me matará! - disse Sobek - Lama dos Pântanos.
Um lodo saiu da mão dele e Osíris caiu sem se movimentar. Sobek conseguiu o que queria. Se aproximou exausto do pescoço de Osíris e forçou. O deus se tornou Thiago.
- Esse eu levo para o rio. - disse o crocodilo.
- Solta ele! - disse Ísis e Thor.
- Isso só fica mais interessante. - disse Sobek.
- Três raios. - gritou Thor.
Sobek não conseguiu escapar.
- É o fim. - disse Ísis - Seres da Terra.
O velho golpe funcionou. Ela se multiplicou e seres pequenos como mosquitos e atacou de forma rápida.
Sobek ficou perdido, sem rumo. Ele lançou Thiago longe e ficou de debatendo.
Sobek caiu ajoelhado e começou a ser cortado. A multidão de bichinhos de montou formando a linda Ísis.
- Que saudade! - disse ela.
- Estamos juntos. - disse Thor.
Sobek ficou ajoelhado por um tempo. Tentou levantar.
- Vamos nos juntar. - disse Thor - Use sua magia.
Uma bolha rosa surgiu. Thor estendeu seu martelo e raios surgiram em volta dele. A bolha rosa se fundiu aos raios e Thor se encarregou do ataque. O martelo atravessou Sobek que caiu sem hesitar. O homem se levantou.
- Meu nome é Gordon. - disse ele - Minha batalha foi ganha. O rei está destruído, seu fiel escudeiro também. Só as duas gracinhas não perderam a batalha. Mas eu ganhei e andarei até o trono. Jorge está destronado.
- Não! - gemeu Jorge.
- Então eu sou rainha do Território Egípcio. - disse Flor.
- Mas você é rainha de Asgard.
- Eu sei.
- Então eu continuo sendo o rei.
- Não. - disse Thaís.
- Eu sou a rainha egípcia também, por isso eu dou meu poder para Jorge Caspian.
- Não reclamarei com ninguém mais. Esse é o fim. Adeus! - disse Gordon sumiu em água.
- Desculpe, minha rainha! - disse Gordon.
- Não precisa pedir desculpas. - disse Vlad.
- Claro que ele deve pedir desculpas. - disse Raíssa - Ele perdeu uma batalha ganha!
- Se o local fosse favorável eu poderia ter feito uma boa campanha. Eu não contava com tantos amigos.
- Aquelas crianças voltaram. Ísis e Osíris são presunçosos e eu os derrotarei. Tenho que vencer essa com certeza.
Raíssa respirou fundo.
- Sobek e Hrymir não conseguiram. - disse Vlad - Esses eram os melhores.
- Tem vários outros deuses. Ares! - gritou Raíssa.
Uma moça linda apareceu. Vestia jeans rasgado, blusa sem manga. Seus olhos pareciam arder em chamas e o cabelo dela era preto brilhante.
- Olá, chefinha! - disse ela.
- Minha jovem. Está na hora de derrotar aqueles insetos. Ou eu mesma destruirei. - disse Raíssa criando um portal vermelho.
O portal iluminou a sala negra e cavernosa cheia de caveiras. A jovem entrou no portal mágico sem hesitar.
- Adeus. - disse com a voz deformada.
Roger andava por Caspian sem rumo. Estava pensativo, perdido na própria mente.
Do outro lado de Asgard, Flor olhava para a estátua quebrada de Hrymir. Talvez nem magia poderosa reconstruísse aquela estátua que estava aos cacos.
Milhões de quilômetros depois de Asgard estava Jorge mentalizando os acontecimentos dos últimos dias. Raíssa com uma roupa preta e branca pronta para de destruí-lo e destruir sua irmã e um cara com estilo Odin de ser; Vlad se bandeou novamente para o grupo o mal; Allan ou Hrymir atacou a ilha flutuante chamada Asgard e, como não bastasse, Roger explodiu a estátua do deus. Coisas estranhas passaram a acontecer depois da morte de Sílvia e ninguém gostara da mudança. Vlad tornou-se o rei do Olimpo de Caspian e muitas outras coisas.
- Ísis e Osíris podiam estar! - disse Jorge vagamente.
- O que você disse? - disse a voz de uma moça.
- Tha-Thaís? - perguntou Jorge espantado.
Thaís estava linda, vestia uma saia curta e uma blusa de manga longa. O cabelo estava trançado com uma flor como elástico. Thiago apareceu atrás de camisa pólo, calça jeans e tênis branco com azul escuro perfeito.
- Esqueceu de mim? - perguntou Thiago.
- Vocês cresceram! - disse Jorge espantado, mas ele também havia crescido.
- Todos os humanos crescem, eu acho que é normal! - disse Thiago.
- Mas você está do meu tamanho.
- Algumas crescem mais que as outras. - disse Thaís.
Jorge corou. Tudo bem, mas não precisava jogar na cara de Jorge que era maior agora, outra coisa apareceu na sua cabeça. Agora ele era alto suficiente para Flor.
- Vou me comunicar com alguém! - disse Jorge.
Alguns minutos depois...
- Oie! - disse Flor.
- Florzinha? - perguntou Thiago.
- Quem seria? - perguntou Thaís.
- Ela voltou chata! - disse Jorge.
Flor riu muito, mas voltou ao normal ao olhar para o Ankh que continuava no peito dele.
- Você ainda é Osíris! - disse ela.
- Eu continuo Ísis. - disse Thaís.
- Cadê tia Sílvia? - perguntou Thiago.
- Por que veio tanto na hora errada? - indagou Jorge.
- Não entendi. - disse Thaís.
- Tia Sílvia faleceu. - disse Flor - Por isso a pergunta é tão imprópria.
Thiago e Thaís se ajoelharam no chão e depois sentaram na areia do Território Egípcio. As lágrimas foram impossíveis de conter. Os irmãos se abraçaram por um longo tempo.
- Mil desculpas! - disse Thiago.
- Não foi por querer.
- Nunca será por querer. - Flor abraçando os dois - Ela se foi naturalmente. Nenhum problema que nós possamos resolver depois do acontecimento. Não foi por mal.
- Nunca se sabe. - disse alguém atrás deles.
- Quem é você? - disse Thaís ao virar o rosto e ver um homem alto e negro.
Ele era forte, tinha cabelo raspado, usava uma bota lustrada com um casaco verde e uma calça camuflada. Sorria muito estranho, tinha um ar cruel.
- Qual é o seu nome? - gritou Jorge.
- Por que não deixamos a conversa de lado, senhor rei, e lutamos pelo poder? - perguntou o homem.
- Por que lutaria contra você? - perguntou Jorge.
- Porque sou digno da batalha. Enquanto há outros que fogem durante anos. - disse ele.
- Isso não um bom argumento se diz que é um Guerreiro Furioso a nossa altura.
- Sou digno de ser rei! E serei um faraó perfeito, caso tenha desisto de lutar comigo e já estou e batalha. FÚRIA DOS DEUSES.
Thiago, Thaís e Flor recuaram deixando Jorge sem escapatória a não ser lutar.
- Então vamos. FÚRIA DOS DEUSES. - gritou Jorge - Vai, Rá!
- Vai, Sobek! - gritou.
- Não! Ele é o terror dos rios! - disse Thiago se espantando - Diz a lenda que o rio é formado pelo suor dele.
- Isso o faz deus dos rios. - disse Flor.
- Pode ser. - Thiago.
Sobek investiu contra Rá que deu uma explosão de brilho que ofuscou todos os olhos. Quando a luz diminuiu, Sobek lançou Rá para longe. Rá se transformou em Rari e voou em alta velocidade cruzando o corpo do cabeça de crocodilo.
Sobek ficou agachado e lançou uma rajada de água sobre a ave.
Rari voltou a ser Jorge.
- Alguma coisa a dizer? - disse Sobek criando uma lança.
Ele posicionou a lança no pescoço de Jorge e riu.
- Sabe o que mais me comove? Você foi um grande rei, um dia a dinastia termina e a Dinastia Caspian acabou e Raíssa reinará.
Ela estendeu a lança pegando impulso, preparando-se para derrotar Jorge.
- Mas todo rei tem seu fiel escudeiro. - disse Thiago tocando no Ankh, secando as lágrimas.
- Osíris! - grunhiu Sobek.
- Mãos da Morte! - gritou Osíris.
Duas mão verdes brotaram do chão tentou puxar Sobek. Sobek tentou se desfazer, mas as mãos eram mais fortes. Puxou ele par baixo e fez com que ele se chocasse contra o chão. O crocodilo gemeu e e tentou se levantar.
- Um rei nunca perde majestade. - disse Osíris.
Jorge se levantou e olhou para Osíris, o deus todo enfaixado e de rosto verde. Ele estava preste a coeçara a batalha.
- Então, tá. Se é assim, assim será! - disse Sobek e atacou, mesmo enfraquecido.
Osíris criou uma foice e atacou. A lança e a foice se encontraram e as faíscas se soltaram. A foice se tornou uma lança.
- Vamos de igual para igual. - disse Osíris.
- Você gosta! - disse Sobek.
Sobek girou a lança acertou Osíris e ele caiu. O crocodilo continuou atacando com Osíris no chão. Osíris rolou diversas vezes até conseguir levantar. Sobek continuou atacando. Osíris tentou diversas vezes desarmar Sobek.
- Gente! Isso não vai terminar bem. - disse Thaís.
- Então vai lá, Ísis! - disse Flor.
Sobek avançou rápido com o intuito de terminar a batalha. Estava com a lança esticada e a mão dele estava muito atrás. Osíris se aproveitou da situação e conseguiu desarmar o Crocodilo.
- Não.
- Sim! - disse Osíris.
Transformou a lança em espada e cortou Sobek, o sangue verde do deus escorreu.
- Você não me matará! - disse Sobek - Lama dos Pântanos.
Um lodo saiu da mão dele e Osíris caiu sem se movimentar. Sobek conseguiu o que queria. Se aproximou exausto do pescoço de Osíris e forçou. O deus se tornou Thiago.
- Esse eu levo para o rio. - disse o crocodilo.
- Solta ele! - disse Ísis e Thor.
- Isso só fica mais interessante. - disse Sobek.
- Três raios. - gritou Thor.
Sobek não conseguiu escapar.
- É o fim. - disse Ísis - Seres da Terra.
O velho golpe funcionou. Ela se multiplicou e seres pequenos como mosquitos e atacou de forma rápida.
Sobek ficou perdido, sem rumo. Ele lançou Thiago longe e ficou de debatendo.
Sobek caiu ajoelhado e começou a ser cortado. A multidão de bichinhos de montou formando a linda Ísis.
- Que saudade! - disse ela.
- Estamos juntos. - disse Thor.
Sobek ficou ajoelhado por um tempo. Tentou levantar.
- Vamos nos juntar. - disse Thor - Use sua magia.
Uma bolha rosa surgiu. Thor estendeu seu martelo e raios surgiram em volta dele. A bolha rosa se fundiu aos raios e Thor se encarregou do ataque. O martelo atravessou Sobek que caiu sem hesitar. O homem se levantou.
- Meu nome é Gordon. - disse ele - Minha batalha foi ganha. O rei está destruído, seu fiel escudeiro também. Só as duas gracinhas não perderam a batalha. Mas eu ganhei e andarei até o trono. Jorge está destronado.
- Não! - gemeu Jorge.
- Então eu sou rainha do Território Egípcio. - disse Flor.
- Mas você é rainha de Asgard.
- Eu sei.
- Então eu continuo sendo o rei.
- Não. - disse Thaís.
- Eu sou a rainha egípcia também, por isso eu dou meu poder para Jorge Caspian.
- Não reclamarei com ninguém mais. Esse é o fim. Adeus! - disse Gordon sumiu em água.
- Desculpe, minha rainha! - disse Gordon.
- Não precisa pedir desculpas. - disse Vlad.
- Claro que ele deve pedir desculpas. - disse Raíssa - Ele perdeu uma batalha ganha!
- Se o local fosse favorável eu poderia ter feito uma boa campanha. Eu não contava com tantos amigos.
- Aquelas crianças voltaram. Ísis e Osíris são presunçosos e eu os derrotarei. Tenho que vencer essa com certeza.
Raíssa respirou fundo.
- Sobek e Hrymir não conseguiram. - disse Vlad - Esses eram os melhores.
- Tem vários outros deuses. Ares! - gritou Raíssa.
Uma moça linda apareceu. Vestia jeans rasgado, blusa sem manga. Seus olhos pareciam arder em chamas e o cabelo dela era preto brilhante.
- Olá, chefinha! - disse ela.
- Minha jovem. Está na hora de derrotar aqueles insetos. Ou eu mesma destruirei. - disse Raíssa criando um portal vermelho.
O portal iluminou a sala negra e cavernosa cheia de caveiras. A jovem entrou no portal mágico sem hesitar.
- Adeus. - disse com a voz deformada.
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domingo, 18 de dezembro de 2011
A Pirâmide Vermelha
Sadie e Carter Kane começaram a contar um relato que aconteceu na vida deles. Carter tem 14 e Sadie tem 12 anos filhos de Julius, egiptólogo, e Ruby, antropóloga. Após a morte de Ruby Faust, Sadie e Carter foram separados pela justiça, ela foi para a casa dos avós Faust, na Inglaterra, e ele ficou viajando com o pai pelo planeta Terra, mas como Julius era egiptólogo eles ficavam muitas vezes no Egito. Um quer ter a vida do outro.
Na última vez que se encontraram Julius Kane levou-os para o British Museum, na Inglaterra e coisas estranhas aconteceram. Julius conseguiu libertar deuses e que tem poderes descomunais, dentre eles Set deus do caos. A partir daí, os irmãos Kane confrontam o poder do caos ao lado de uma gata e do tio Amós.
Acompanhe a gravação dos irmãos Kane no livro "A Pirâmide Vermelha", por Rick Riordan, deus dos deuses.
Na última vez que se encontraram Julius Kane levou-os para o British Museum, na Inglaterra e coisas estranhas aconteceram. Julius conseguiu libertar deuses e que tem poderes descomunais, dentre eles Set deus do caos. A partir daí, os irmãos Kane confrontam o poder do caos ao lado de uma gata e do tio Amós.
Acompanhe a gravação dos irmãos Kane no livro "A Pirâmide Vermelha", por Rick Riordan, deus dos deuses.
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