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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Fúria dos Deuses - Guerreiros Furiosos

No último episódio, Roger reencontra um inimigo, Allan, ou melhor, Hrymir. Odin e Hrymir batalharam até que Flor e Jorge entraram na batalha a favor de Odin. Depois da batalha, Allan revela o que todos não queriam ter ouvido, ele trabalhava para Raíssa. O final dessa conversa deixou Roger irritado que fez com que ele explodisse a estátua de Hrymir.


Roger andava por Caspian sem rumo. Estava pensativo, perdido na própria mente.
Do outro lado de Asgard, Flor olhava para a estátua quebrada de  Hrymir. Talvez nem magia poderosa reconstruísse aquela estátua que estava aos cacos.
Milhões de quilômetros depois de Asgard estava Jorge mentalizando os acontecimentos dos últimos dias. Raíssa com uma roupa preta e branca pronta para de destruí-lo e destruir sua irmã e um cara com estilo Odin de ser; Vlad se bandeou novamente para o grupo o mal; Allan ou Hrymir atacou a ilha flutuante chamada Asgard e, como não bastasse, Roger explodiu a estátua do deus. Coisas estranhas passaram a acontecer depois da morte de Sílvia e ninguém gostara da mudança. Vlad tornou-se o rei do Olimpo de Caspian e muitas outras coisas.
- Ísis e Osíris podiam estar! - disse Jorge vagamente.
- O que você disse? - disse a voz de uma moça.
- Tha-Thaís? - perguntou Jorge espantado.
Thaís estava linda, vestia uma saia curta e uma blusa de manga longa. O cabelo estava trançado com uma flor como elástico. Thiago apareceu atrás de camisa pólo, calça jeans e tênis branco com azul escuro perfeito.
- Esqueceu de mim? - perguntou Thiago.
- Vocês cresceram! - disse Jorge espantado, mas ele também havia crescido.
- Todos os humanos crescem, eu acho que é normal! - disse Thiago.
- Mas você está do meu tamanho.
- Algumas crescem mais que as outras. - disse Thaís.
Jorge corou. Tudo bem, mas não precisava jogar na cara de Jorge que era maior agora, outra coisa apareceu na sua cabeça. Agora ele era alto suficiente para Flor.
- Vou me comunicar com alguém! - disse Jorge.

Alguns minutos depois...
- Oie! - disse Flor.
- Florzinha? - perguntou Thiago.
- Quem seria? - perguntou Thaís.
- Ela voltou chata! - disse Jorge.
Flor riu muito, mas voltou ao normal ao olhar para o Ankh que continuava no peito dele.
- Você ainda é Osíris! - disse ela.
- Eu continuo Ísis. - disse Thaís.
- Cadê tia Sílvia? - perguntou Thiago.
- Por que veio tanto na hora errada? - indagou Jorge.
- Não entendi. - disse Thaís.
- Tia Sílvia faleceu. - disse Flor - Por isso a pergunta é tão imprópria.
Thiago e Thaís se ajoelharam no chão e depois sentaram na areia do Território Egípcio. As lágrimas foram impossíveis de conter. Os irmãos se abraçaram por um longo tempo.
- Mil desculpas! - disse Thiago.
- Não foi por querer.
- Nunca será por querer. - Flor abraçando os dois - Ela se foi naturalmente. Nenhum problema que nós possamos resolver depois do acontecimento. Não foi por mal.
- Nunca se sabe. - disse alguém atrás deles.
- Quem é você? - disse Thaís ao virar o rosto e ver um homem alto e negro.
Ele era forte, tinha cabelo raspado, usava uma bota lustrada com um casaco verde e uma calça camuflada. Sorria muito estranho, tinha um ar cruel.
- Qual é o seu nome? - gritou Jorge.
- Por que não deixamos a conversa de lado, senhor rei, e lutamos pelo poder? - perguntou o homem.
- Por que lutaria contra você? - perguntou Jorge.
- Porque sou digno da batalha. Enquanto há outros que fogem durante anos. - disse ele.
- Isso não um bom argumento se diz que é um Guerreiro Furioso a nossa altura.
- Sou digno de ser rei! E serei um faraó perfeito, caso tenha desisto de lutar comigo e já estou e batalha. FÚRIA DOS DEUSES.
Thiago, Thaís e Flor recuaram deixando Jorge sem escapatória a não ser lutar.
- Então vamos. FÚRIA DOS DEUSES. - gritou Jorge - Vai, Rá!
- Vai, Sobek! - gritou.
- Não! Ele é o terror dos rios! - disse Thiago se espantando - Diz a lenda que o rio é formado pelo suor dele.
- Isso o faz deus dos rios. - disse Flor.
- Pode ser. - Thiago.
Sobek investiu contra Rá que deu uma explosão de brilho que ofuscou todos os olhos. Quando a luz diminuiu,  Sobek lançou Rá para longe. Rá se transformou em Rari e voou em alta velocidade cruzando o corpo do cabeça de crocodilo.
Sobek ficou agachado e lançou uma rajada de água sobre a ave.
Rari voltou a ser Jorge.
- Alguma coisa a dizer? - disse Sobek criando uma lança.
Ele posicionou a lança no pescoço de Jorge e riu.
- Sabe o que mais me comove? Você foi um grande rei, um dia a dinastia termina e a Dinastia Caspian acabou e Raíssa reinará.
Ela estendeu a lança pegando impulso, preparando-se para derrotar Jorge.
- Mas todo rei tem seu fiel escudeiro. - disse Thiago tocando no Ankh, secando as lágrimas.
- Osíris! - grunhiu Sobek.
- Mãos da Morte! - gritou Osíris.
Duas mão verdes brotaram do chão tentou puxar Sobek. Sobek tentou se desfazer, mas as mãos eram mais fortes. Puxou ele par baixo e fez com que ele se chocasse contra o chão. O crocodilo gemeu e e tentou se levantar.
- Um rei nunca perde majestade. - disse Osíris.
Jorge se levantou e olhou para Osíris, o deus todo enfaixado e de rosto verde. Ele estava preste a coeçara a batalha.
- Então, tá. Se é assim, assim será! - disse Sobek e atacou, mesmo enfraquecido.
Osíris criou uma foice e atacou. A lança e a foice se encontraram e as faíscas se soltaram. A foice se tornou uma lança.
- Vamos de igual para igual. - disse Osíris.
- Você gosta! - disse Sobek.
Sobek girou a lança acertou Osíris e ele caiu. O crocodilo continuou atacando com Osíris no chão. Osíris rolou diversas vezes até conseguir levantar. Sobek continuou atacando. Osíris tentou diversas vezes desarmar Sobek.
- Gente! Isso não vai terminar bem. - disse Thaís.
- Então vai lá, Ísis! - disse Flor.
Sobek avançou rápido com o intuito de terminar a batalha. Estava com a lança esticada e a mão dele estava muito atrás. Osíris se aproveitou da situação e conseguiu desarmar o Crocodilo.
- Não.
- Sim! - disse Osíris.
Transformou a lança em espada e cortou Sobek, o sangue verde do deus escorreu.
- Você não me matará! - disse Sobek - Lama dos Pântanos.
Um lodo saiu da mão dele e Osíris caiu sem se movimentar. Sobek conseguiu o que queria. Se aproximou exausto do pescoço de Osíris e forçou. O deus se tornou Thiago.
- Esse eu levo para o rio. - disse o crocodilo.
- Solta ele! - disse Ísis e Thor.
- Isso só fica mais interessante. - disse Sobek.
- Três raios. - gritou Thor.
Sobek não conseguiu escapar.
- É o fim. - disse Ísis - Seres da Terra.
O velho golpe funcionou. Ela se multiplicou e seres pequenos como mosquitos e atacou de forma rápida.
Sobek ficou perdido, sem rumo. Ele lançou Thiago longe e ficou de debatendo.
Sobek caiu ajoelhado e começou a ser cortado. A multidão de bichinhos de montou formando a linda Ísis.
- Que saudade! - disse ela.
- Estamos juntos. - disse Thor.
Sobek ficou ajoelhado por um tempo. Tentou levantar.
- Vamos nos juntar. - disse Thor -  Use sua magia.
Uma bolha rosa surgiu.  Thor estendeu seu martelo e raios surgiram em volta dele. A bolha rosa se fundiu aos raios e Thor se encarregou do ataque. O martelo atravessou Sobek que caiu sem hesitar. O homem se levantou.
- Meu nome é Gordon. - disse ele - Minha batalha foi ganha. O rei está destruído, seu fiel escudeiro também. Só as duas gracinhas não perderam a batalha. Mas eu ganhei e andarei até o trono. Jorge está destronado.
- Não! - gemeu Jorge.
- Então eu sou rainha do Território Egípcio. - disse Flor.
- Mas você é rainha de Asgard.
- Eu sei.
- Então eu continuo sendo o rei.
- Não. - disse Thaís.
- Eu sou a rainha egípcia também, por isso eu dou meu poder para Jorge Caspian.
- Não reclamarei com ninguém mais. Esse é o fim. Adeus! - disse Gordon sumiu em água.

- Desculpe, minha rainha! - disse Gordon.
- Não precisa pedir desculpas. - disse Vlad.
- Claro que ele deve pedir desculpas. - disse Raíssa - Ele perdeu uma batalha ganha!
- Se o local fosse favorável eu poderia ter feito uma boa campanha. Eu não contava com tantos amigos.
- Aquelas crianças voltaram. Ísis e Osíris são presunçosos e eu os derrotarei. Tenho que vencer essa com certeza.
Raíssa respirou fundo.
- Sobek e Hrymir não conseguiram. - disse Vlad - Esses eram os melhores.
- Tem vários outros deuses. Ares! - gritou Raíssa.
Uma moça linda apareceu. Vestia jeans rasgado, blusa sem manga. Seus olhos pareciam arder em chamas e o cabelo dela era preto brilhante.
- Olá, chefinha! - disse ela.
- Minha jovem. Está na hora de derrotar aqueles insetos. Ou eu mesma destruirei. - disse Raíssa criando um portal vermelho.
O portal iluminou a sala negra e cavernosa cheia de caveiras. A jovem entrou no portal mágico sem hesitar.
- Adeus. - disse com a voz deformada.

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