Olá! Meu nome é Cory e de um tempo pra cá descobri a casa do famoso Papai Noel, aqui na Laponia. Vou contar essa história!
Eu sou um garoto tradicional, mando cartas para o meu ídolo, mas nunca percebi que eu vivo no mesmo lugar que ele.
Até agora não vi a fábrica ou a casa daquele que me entrega o presente toda noite de Natal, por algum tempo passei a desconfiar que ele não existisse. Tentava qualquer tipo de emboscada para vê-lo me entregar o presente. Até que um Natal eu sai de casa e fique do lado de fora, vestido com cachecóis, blusas, calça, casaco e toca tampando a orelha.
Olhei para os lados e em fim olhei para o céu estrelado e vi um trenó puxados por renas sobrevoava a sua casa e descia por sua chaminé. Gritos então de dentro de casa soavam muito felizes, entrei.
- Cadê? - gritei.
Um brilho ficou na lareira.
- Como é que ele não se queimou? - perguntei.
Minha mãe me disse que era magia. E me entregou um caminhão grande, eu queria mesmo! Dormi, então. Acordei no dia seguinte e vi as renas do Papai Noel. Fui em direção correndo.
Eu não acreditei, mas estava perto do grandioso trenó do Papai Noel.
- Ho! Ho! Ho! - escutei.
Então me deparei como uma grande casa que me espantou. Nunca tinha aquilo do meu lado. Bati na porta. Estava aberta. Lá dentro tinha doces, cartas por todos os lados. Uma longa esteira.
Um duende me viu e deu as boas vindas.
- Você é a criança que precisávamos. A única que imagina e crê realmente no meu pai e pai de todos que outros duendes e crianças. - disse ele - Vou te levar ao majestoso, Papai Noel.
Subimos lances e lances de escadas e em fim ele abriu a única porta que havia no corredor.
- Olá, Senhor! - fez referência. Eu também fiz para não parecer um maluco. - Este é garoto que você tanto sonhava, aquele que acredita realmente no senhor...
- Do fundo da alma! - quase gritei de felicidade - Desculpa!
- Não peçe desculpas, Cory... - o Papai Noel falou.
- Posso te abraçar? - avançei salão a dentro que por sinal era linda.
- O sentimento mais verdadeiro que já vi. Você apareceu para mudar a minha vida. Você será meu sucessor. O novo Papai Noel.
Sai correndo dali e fui até térreo, peguei balas e pirulitos. Fui para casa.
- Mamãe! Mamãe! - Gritava sobre a neve - Eu vi! Eu vi!
Mas quanto mais eu corria mas a minha casa se afastava de mim. Minha memória mudou. Tudo que sei é que eu era o Papai Noel, ou melhor, Papai Cory.
Voltei para o casarão e me senti imortal. Minha cicatriz desapareceu. "É a magia do Papai Noel.", ouvi.
Encostei na máquina e ela começou a funcionar.
- Sua magia gira o mundo.
- A minha?
- Sua vida são das crianças.
- Isso!
Barbas apareceram na minha face, engordei...
Sonhei! Acordei de verdade e o sentimento verdadeiro veio ao meu peito e descobri que tenho o espírito de Natal
FELIZ NATAL!
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