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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Fúria dos Deuses

Sob o território egípcio, Jorge encontrou uma velha inimiga, Sakhet, deusa da doença, que jogou uma força estranha sobre Jorge que teve de se transformar em Rá imediatamente. Uma velha história veio à tona estranhamente. A luta começou e o território egípcio foi destruído.

-
Caspian voltou a ser dominada pelos deuses. - Athena disse.
- Infelizmente querida. - disse Thor - Era a nossa chance de retornar a força se é que já estivemos com a força.
- Zeus não perdoará e virá a Caspian, um campo neutro.
- Os egípcios não podem entrar em guerra com os gregos. - Thor liberou um raio de fúria.
- Se acalme!
- Gente, achei! - avisou Jorge.
- O que? - perguntou Flor.
- Isto. - disse Jorge com o mapa na mão.
- Maravilha! - disse Thor.
- Cale a boca! Ninguém pode saber de você. Venha. - disse Flor.
- Vem você também Athena. - resmungou Sílvia.

Jorge calou a boca e esperou a conversa paralela cessar. Aliás ele sentia inveja por não falar com Rá.

- Posso! - Jorge interrompeu.
- À vontade. - Sílvia disse.
- Podemos começar a caminhar melhor.
- Como se nem sabemos onde estamos. - disse Flor.
- Perto do raio de Zeus. - disse Thor.
- Sério? - disse Jorge.
- É! - disse Flor - Tá bom vamos logo com isso.
- Aqui então é a Estrada de Luz. - indagou Jorge.
- Não. O Monte Olimpo. - disse Athena.
- Cala boca! - disse Sílvia para Athena.
- Talvez eu não possa entrar. - disse Jorge.
- Só entra aqueles que possuem permissão de um outro deus grego.
- Então faça isso. - disse Jorge.
- Athena, por favor! - disse Sílvia.
- Pelos poderes da sabedoria de Athena, permito que Jorge, Rá, Flor, Thor e Sílvia entrem em território dos olimpianos. - recitou Athena.

A subida foi complicada, mas ao chegar lá em cima tudo de ruim havia passado, cansaço, desgaste, qualquer coisa. Lá no alto não se sentia calor, a luz ficara mais intensa, mas mesmo assim dava para ver as flores que brotavam rapidamente do solo divino, com certeza o território olimpiano era mais bonito que o território egípcio. Próximo deles estava o representante de Apolo, o que fez Flor se lembrar da primeira batalha que teve ao chegar a Caspian. Davi estava brilhando. Talvez estivesse como Apolo, mas era bem interessante vê-lo assim.
Flor pensou em ir lá falar com quando se tocou que era Thor, mais reconhecível, Sílvia estava de Athena e Jorge era uma ave.
- Por que eu estou assim?- Jorge protestou.
- Você está na frente de um "parente"! Apolo é o deus do Sol também.- Flor esclareceu - Mas ele está no território certo.
- Injustiça! - disse a ave, Apolo se virou.

Ele lançou um raio solar poderoso na sua direção. Agora todos perceberam que Davi era ouro puro, não só a vestimenta, tudo mesmo. O rosto dele reluzia estrondosamente, era de cegar o oponente em batalha.
Thor se espantara e para se defender lançou a martelo na direção do deus. Aave partiu em forma de calor para atacar o homem de ouro. Athena mostrara seu escudo para que não visse o reflexo solar.
No céu surgiu um cervo, uma outra deusa apareceu, era Ártemis. Ela era linda, usava um tiara e um arco na mão, atirou três flechas em Apolo que lançou um poder muito mais poderoso do que aquele que havia feito a semanas atrás.
Ártemis caiu perigosamente. Athena correu atrás dela, mas Apolo criou uma barreira bem forte. Thor estava jogado no chão. A ave voa loucamente, Rá talvez não teria a mesma força que o Apolo dourado. Apolo murmuro alguma coisa, mas com a voz metálica ninguém compreendeu.
A ave não era Rari era diferente era cor caramelo com branco, parecia um coruja. A ave lançou contra Apolo, que lhe lançou longe como se fosse uma pedrinha.
De alguma forma, a coruja voltara bem rápido, era evidente, agora era Rari. Criou uma bola de fogo que explodiu no peito de Apolo, que desabou.
O brilho aumentou mil vezes. Athena não consiguiu levantar os olhos para ver Apolo brilhar. Thor virou um raio mais luminoso que conteu os raios solares de Apolo. Um furacão dourado brotou no lugar de Apolo. Thor se chocou com o raio solar e voou pelo Olimpo. Rari tentou atacar, mas também foi lançado. Ártemis levantou lentamente com ferimentos que ferviam, pegou o arco que agora estava mais branco.

- Flecha do Luar! - murmurou ela e lançou três flechas.

O furacão diminuiu até parar, Apolo estava normal, e rapidamente era Davi tristemente eliminado de Caspian. Correntes o cercaram e puxaram-no para um portal que se abrira, agora estava entregue à casa dele.

Se retirando do Olimpo, Athena abraçou Ártemis.
- Eu sou a verdadeira deusa, queridos. Tomem cuidado com eles, todos são bem perigosos até eu, que criei este paraíso. - falou Ártemis.
- Você? - disseram os três em uníssono.
- Eu e Hefesto, que inventou todas as engenharias.
- E algum deus egípcio? -perguntou Rari com a voz angelical de sempre.
- Eu sou uma deusa egípcia! Veja... - Ártemis se transformou em uma mulher de aparência felina e corpo humano ágil - Está feliz, Jorge? Na verdade quem criou foi Bastet e Hfesto, entendeu.
Na hora em que a deusa felina dissera Jorge, todos perceberam que eram humanos de novo, haviam saído da fronteira.
- Sigam a chama azul e encontraram o maior poder do mundo! - Bastet gritou virando olimpiana de novo.

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