Sinopse: Pedro é um garoto normal até descobrir que seu melhor amigo é um sátiro, o inspetor do colégio é um centauro, e a moça da cantina tem como mãe Atena, deusa da sabedoria. E para melhorar, conhece Apolo, Fênix, alguns pégasos, Quíron... e algumas figuras que você já ouviu falar em Percy Jackson e em Os Heróis do Olimpo.
Aqui está o primeiro episódio:
Tá bom, se você na rua se deparar com alguém que é bem estranho, anda estranho, olha estranho para você, e faz você se sentir estranho, fuja antes que se seja tarde. Eu cai nessa, mas o meu azar foi que o cara estranho estudava comigo.
Minha vida mudou a partir...
- Pedro! - minha mãe chamou - É seu primeiro dia de aula, não vá se atrasar!
- Ah, não! De novo não! - eu me levantei e entrei no banheiro.
Minha mãe continuou falando alguma coisa sobre pegar mau atrasar no primeiro dia de aula, que eu estava entrando em uma nova fase de minha vida, etc. Minha mãe seria perfeita se não fosse superprotetora. "Pega o agasalho, por que está frio.", "O guarda-chuva." "Só não esquece a cabeça por que está grudada no pescoço", minha mãe era assim. Ela tinha cabelo enrolados e castanhos, olhos verdes, pele parda, ela era muito bonita.
Tomei meu banho, escovei os dentes e sentei-me na mesa. Minha ia trabalhar, estava de blaser, gravata e saia da mesma cor do blaser.
- Como estou? - ela perguntou.
- Perfeita! - disse eu com pão na boca.
- Não fale de boca cheia, menino!
- Deixou de ser perfeita! - engoli.
Minha mãe pegou a chave, me beijou na testa e se foi. Engoli meu café da manhã e desci também. Lá embaixo estava a professora Jane, professora de ciências.
Jane era baixa, bonita, olhos roxos (isso é estranho), cabelo curto, apesar de amá-lo grande. Era o meu primeiro dia no Centro Educacional Norma Pera. O lugar não me encantava, mas Jane além de professora, era irmã da minha querida mãe, Rachel Xavier, e trabalhava lá. Isso não era muito confortável, não pagava, mas não podia ficar de recuperação. Perderia a bolsa.
- Pedro, você está grande! - Jane disse.
- Tia Jane, você me viu ontem e disse a mesma coisa. - disse eu.
- O que importa, sempre direi isso.
Fomos em direção a porta da escola. A escola era completamente verde, e eu era obrigado a usar uma camisa escrita CENP. Era meio difícil de eu ler, era disléxico, infelizmente.
- Pedro! Aguente firme! Você é muito inteligente por isso não se importe com suas deficiências. - ela sorriu e partiu.
Fui obrigado a entrar. O inspetor Haley, ele tinha esse nome por que ele nasceu no dia em que o cometa Haley brotou no céu pela sei lá que vez, me pegou pelo braço me colocou para dentro. Ele era estranho, mas não era esse cara estranho de quem estava falando então espere um pouco. No final do corredor estava Tiago, meu amigão, tinha passos desingoçados, olhar torto e meio bombado. Dava medo de vê-lo, mas o cara era inteligente, sentimental e muito forte. Uma vez peguei ele comendo uma lata. Dentes. Dentes paranormais.
Éramos da mesma sala, 6º ano, mas ele parecia ser do ensino médio.
Comprimentei-o e entramos numa sala zoneada. Sentamos nas duas última cadeiras, primeira aula era de história. Lhe digo uma coisa, se seu ano começar com História durma. Srª. Felipa entrou na sala e colocou os livros na mesa e começou a desenhar macacos e humanos.
- Pré-História! - anunciou ela.
A zona continuou.
- Pré-História! - tirou o sorriso do rosto e elevou a voz - PRÉ-HISTÓRIA! - foi totalmente ignorada.
Tiago levantou-se e socou a mesa.
- Pré-História! - disse ele e todos voltaram-se para a professora.
A mesa de Tiago estava quebrada.
- O senhor pode se retirar?
Tiago saiu com a mesa na mão. Fiquei sozinho.
O sinal bateu enfim, não aguentava mais ficar na sala de aula "sozinho". Hora do recreio. Encontrei Tiago falando com Haley, o inspetor.
- Pedro! Recreio é para lá! - disse Haley.
- Mas... - fui interrompido por uma coisa muita estranha.
Haley segurava uma caneta aparentemente normal, mas quando tentou escrever começou a cortar o papel.
Dei meia volta e fui em direção ao pátio. Nada contra, mas que lugar desconfortável! Era tão branco que parecia uma hospício. As mesas de granito me davam medo. Na cantina uma mulher de mais ou menos 20 anos me despertou interesse pelo que era bom naquela escola. Ela chorava um pouco e li o seu nome, Tina, olhos cinzas tempestuosos, cabelos quase ruivos, pela clara. Usava o uniforme da escola para funcionários, blusa verde oliva, saia branca, e toca de cozinheira, provavelmente não era cozinheiro, mas estava num lugar onde se fazia o lanche dos alunos, pedi um salgado.
Sentei-me na primeira mesa gélida que eu vi. Tina por incrível que pareça veio atrás de mim.
- Olá, aluno! - disse ela - Meu nome é Tina e o seu?
- Pedro. Porque está chorando? - me preocupei.
- Minha mãe me odeia! Ela acabou de sair daqui! - disse ela enxugando as lágrimas.
Tina puxou uma moeda onde continha um rosto familiar em meus sonhos.
- Quem é essa? - perguntei.
- Atena, deusa grega da sabedoria. - disse ela meio orgulhosa.
Não via motivos para ele então me mostrou a moeda de ouro. A moeda realmente era linda. O rosto de Atena de um lado e do outro estava escrito 1 dracma. Tina pegou ela de volta e pareceu pensativa.
Um barulho surgiu de algum lugar, pensei em Tiago, mas estranhamente ele estavana frente da cantina.
- Preciso ir, Pedro!
Pensei que ela iria receber Tiago, mas não correu na direção oposta e tirou toca.
Dizem que a curiosidade matou o gato. Eu quase virei o gato. Fui atrás de Tina. Tiago também.
- Saia daqui, Pedro! Agora! - disse ele com um olhar feroz.
- Não vou! Tá bom eu vou.
Tentar enganar Tiago é mesma coisa que um superdotado dizer que a matéria está difícil. Impossível. Assim que ele chegou no primeiro andar o segui. Tiago estava sem os sapatos. O vi depois com um punhal em mãos. Senti medo. Ele apontou o punhal para mim. Me descubriu.
- Vira isso para o lado! - disse eu.
- Não vou lhe matar. Seja mais cauteloso! - disse ele.
Subimos mais alguns degraus e o que vi não foi animador. Tina estava sendo esmagada por um Ciclope. Isso eu conhecia.
Era um gigante de um olho só. Não era muito interessante vê-lo. Usava luvas de ferro, uma armadura completa, masi um escudo ultraressistente, deduzi isso depois de uma superinvestida de Tina já solta.
- Temos que ajudá-la! Imediatamente! - fiquei aflito.
Tiago então se foi para a luta. Fiquei sozinho assistindo uma derrota do ciclope feio.
Minha teoria se esvaiu quando o ciclope pegou o bastão dela e a jogou contra a parede. Tiago quase o acertou, mas o gigante deu um soco a barriga dele o amassou no chão.
Desci rapidamente e encontrei Haley com a caneta.
- Pode me emprestar? - perguntei roubando a caneta das mãos dele.
Ele me seguiu imediatamente. Acionei. Um ponta de vidro apareceu.
- Pedro, - Tiago se remoia - diga Olympus.
- Olympus.
Minha caneta novca caneta cresceu e se tornou em um espada de vidro pesada. O monstro tentou me atacar. Golpei-o e pensei que a lamina iria se quebrar. Não foi o que aconteceu ferri o Ciclope e ele caiu. Tina se levantou e atravessou a lança no corpo do inimigo. O Ciclope se pulverizou. O vento bateu e as cinzas do monstro se foram.
- Quem é você? - perguntei aos meus dois amigos.
- Eu sou um sátiro. - Tiago respondeu com muito medo.
- Eu sou Tina, filha de Atena. - ela respirou fundo.
- E você é um semideus, Pedro! - disse Haley em forma de centauro.
A barba dele era maior e agora parecia normal assim como Tiago. Haley se mostrava bem severo.
- Você tem um pai deus e o outro é um humano. A Srª Rachel foi bem legal com todos nós. - disse ele.
- Como você... - não consegui terminar a frase perplexo.
Nesse momento uma carruagem de cavalos alados desceu. Haviam três. Dois eram branco e o outro preto.
- Como foi a viagem? - perguntou Tina aos pégasos.
Foi maravilhosa, Tina., disse o preto.
- Essa é Terra. E esses outros dois são John e Pork - apresentou-me os cavalos Tina. - Vamos a viagem é longa.
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