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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Fúria dos Deuses

No último episódio, começou o fim da história. O espírito se revela o verdadeiro Caspian e Zeus desce a Caspian em busca da força maior. Caspian e Zeus se enfrentam até os limites do Mundo Inferior onde Hades descansa.


- O que está acontecendo? - perguntou Tiago.
Sílvia ficou calada, mas logo começou a pensar no que fazer.
- FÚRIA DOS DEUSES. - gritou a nova rainha de Caspian.
Athena se libertou, mas agora não teve o mesmo efeito. Sílvia se tornou numa guerreira armada para a batalha, com a lança de Athena e um elmo dourado brilhante. Os outros fizeram o mesmo. Vlad usava um escudo pequeno e logo se mostrou vulnerável, mas rapidamente ele tratou de crescer, ele também usava um tridente e uma armadura confortável. Caio se tornou num homem pronto forte com pulseiras enormes, um lenço dourada na cabeça, panos negros como tanga e usava um cajado dourado com uns cristais verdes. Tiago, usava uma coroa egípcia, uma túnica repleta de contas brilhantes e uma foice vermelha. Thaís havia ficado maior, usava um vestido branco longo, mas poderosamente jovial, usava muita maquiagem e uma tiara pendia na sua cabeça. Jorge usava dois braceletes, um em cada braço, de ouro, um adorno colorido que cobria os ombros e e um pedaço do peitoral e usava uma espécie de saia* e um bastão. Flor usava uma armadura negra com alguma bolas de prata, um martelo de prata e uma capa que balançava ao vento facilmente.
- O que devemos fazer? - perguntou Tiago.
Sílvia pulou no buraco. Jorge tentou fazer o mesmo, mas Flor o puxou pelo braço.
- Não! Você não vai! - Flor falou - Não sem mim.
- Nem sem nós. - Tiago e Thaís falaram.
- Nós não perdemos essa. Chegamos até aqui. Estamos estamos o mais próximo do tesouro o possível. Não vamos nadar tanto para morrer na praia! - Vlad segurou Caio e pulou.
Todos pularam juntos, seguindo os rastros da destruição de Caspian e Zeus. Alguns pedaços do túnel estavam chamuscando. Zeus e Caspian unidos faziam o maior estrago e separados idem.
- Caspian, você achou que eu não ficaria te observando esse tempo todo, naquele território? Ha! - Zeus aumentava a potência - Você é muito mais burro que eu imaginava.
- Eu já estou morto, Zeus. Você é quem está sendo burro de tentar destruir um fantasma! Zeus, Zeus, Zeus, eu sou bem mais forte do que você imagina. - Caspian se encorporou em um raio dourado.

Depois de um tempo, todos já haviam chegado ao chão e Caio se tornou no cachorro Anúbis.
- Olá! Acho que chegamos ao Mundo Inferior! - disse Caio voltando a ser o guerreiro antes.
- Mas o tesouro está aqui? - hesitou Jorge.
- Se o tesouro está aqui eu não sei, mas se estiver... Adeus! - Caio zarpou.
Vlad o seguiu, mas Jorge lançou o bastão e e ele caiu. Jorge e o resto correram na direção de Caio que já estava muito a frente. Logo ao atravessar o Rio Estige, seguiram os rastros de destruição de Zeus e Caspian e ao horizonte, não foi visto um Mundo Inferior tão bem iluminado antes.
Vlad seguia atrás de todos cansado e Caio na frente de todos quase despistando todos.
No meio do caminho surgiam esqueletos de vários tipos. Tiago e Jorge derrotavam todos. Sílvia, Thaís e Flor iam na retaguarda destruindo os que surgiam atrás delas. Até que eles se voltaram para Vlad.
- Não me deixem aqui! - Vlad gritou enquanto todos os esqueletos o atacavam.
Jorge olhou para trás e não deu nenhuma vontade de levantar um dedo para desmontar um osso.
- Aí! Estamos seguindo Zeus e o bisavô até quando? Temos que olhar o mapa. - Jorge pegou um pedaço de papel - Ué! Esse não era o nosso mapa!
- Não, Jorge. - disse alguém - Esse é o mapa daqui!
- Bastet/ Ártemis? - disseram todos.
- Vocês seguiram o caminho azul e chegaram até o final do mapa e agora precisam chegar ao fim do percurso. - Ártemis disse - Ah! Estou como Ártemis! Não iria me demonstrar uma leoa?
Ártemis falou isso e se foi.
- O mapa do Mundo Inferior está em minhas mão? - Jorge olhou para ele.
- Isso está chegando ao fim! - Sílvia falou.
O chão começou a tremer e Vlad se aproximou.
- Olá deuses e deusas de Caspian. - disse um homem de voz grossa.
O homem tinha uma capa bravejante, um tapa olho dourado e um capacete de chifres. Também uma armadura prateada. No cinto pendia um machado, um punhal e na mão uma lança. E uma bota de couro de cano longo e uma boca de pele de animal.
- Meu nome é Odin! Deus nórdico da guerra! E REI DE ASGARD!!! - disse Odin.
E rapidamente uma ilha começou a se elevar ultrapassando o céu do Mundo Inferior. Odin havia diminuído a tamanho do natural. Todos começaram a subir, até o próprio Vlad. Ultrapassando os limites do Mundo Inferior.
- Estamos em Caspian de novo! - Sílvia sorriu.
Uma ponte de arco-íris havia sido montada até o seu onde desceu Odin se tornando uma pessoa normal.
- Meu nome é Roger. Meu deus é Odin. - disse ele.
Jorge percebeu que o mapa havia sumido.
- O tesouro era você? - perguntou Jorge.
- Não. Era Asgard, o único lugar onde Flor, a rainha, deveria ficar. - disse Roger.
- Eu? - Flor indagou.
- Não, você quem usava o Thor? - ele perguntou.
- Eu, mas... - Flor tentou falara, mas Roger a abraçou e foi levando-a para a ponte.
- Você não levar minha filha! - Sílvia gritou.
Sílvia estava vermelha de raiva.
- Eu ainda sou a rainha e estou aqui viva. - disse ela.
- Gente. - Caspian apareceu - Vocês deviam se espalhar. Jorge, você fica com o território egípcio, já reconstruído. Flor, o seu lugar é em Asgard, agora de volta. Sílvia você domina o Olimpo.
- E eu! - resmungou Zeus.
- Você e o resto dos deuses sem acompanhante, podem e devem voltar ao planeta Terra e seguirem a chama das diversas mitologias. E eu... estou nas mão de Hades, Anúbis e Odin. Me carreguem. - Caspian brilhou e sumiu.
Todos engoliram em seco. Mas logo perceberam que as palavras de Caspian foram as corretas.

Fim da primeira temporada

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